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Amazonas, custos, faturamento do PIM, insumos, Manaus, PIM, zona franca
Os principais custos do Polo Industrial de Manaus (PIM), os quais, entre os anos de 2020 e 2022, se mantiveram na faixa de 57% em relação ao faturamento total das indústrias incentivadas com operação na Zona Franca de Manaus (ZFM), e que, no exercício de 2023, tiveram queda para o nível de 48,8%, entraram em rota de ascensão no primeiro semestre deste ano e já superam a marca dos 60%.
De acordo com os Indicadores da Superintendência Zona Franca de Manaus (Suframa), a relação entre os principais custos e o faturamento da indústria incentivada, até junho, era de exatos 63,83%, quando aferida em dólares dos Estados Unidos.

Acima, confira a evolução da aquisição de insumos no PIM
O principal fator a ocasionar a expansão dos custos é a aquisição de insumos. Este indicador passou do nível de 50%, com dispêndios de US$ 17,52 bilhões no final do exercício de 2023, para aplicação de US$ 11,66 bilhões até o final de junho deste ano, atingindo o nível de 61,6% em relação ao faturamento, que foi de US$ 18,93 bilhões no acumulado do primeiro semestre deste exercício.

Confira o peso dos salários em relação ao faturamento do PIM
Os gastos com salários, encargos e benefícios, assim como o ICMS recolhido no primeiro semestre totalizaram, conforme os Indicadores da Suframa, o valor de US$ 1,14 bilhão, o equivalente a 6,01% das despesas totais da indústria do PIM em relação ao faturamento.




