Manaus/AM – O Polo Industrial de Manaus (PIM), cujo faturamento se mantém com tendência de crescimento, compartilha esta indicação com a mão de obra ali empregada, cujo contingente apresenta expansão desde o exercício de 2020. Entre aquele ano e junho de 2024, a média mensal da mão de obra passou de 94.756 postos para 118.796, o que implica em uma variação positiva de 25,37%
Nos anos intermediários, os números de vagas efetivas alocadas no polo industrial foram os seguintes: 2021, 105.972; 2022, 111.279 e 2023, 113.253.
Acima, média de vagas mantidas pelas dez principais geradoras de postos no PIM
Ainda em relação a junho de 2024, os registros da Suframa apontam que os dez setores que mais empregaram foram responsáveis por 105.181 postos de trabalho, os quais correspondem a 88,54% do total do contingente.
Um outro indicador positivo relacionado à mão de obra é o saldo na movimentação de vagas, que teve seu ápice entre os anos de 2020 e 2024, no exercício de 2021, com a geração de 7.405 novos postos de trabalho. Neste ano, até o mês de junho, o saldo é de 4.288 vagas, informam os Indicadores da Suframa.
É de se registrar, também, a expansão do número de empresas que se instalaram no PIM, passando de 445, no exercício de 2020, para as atuais 531 indústrias em operação.
Manaus/AM – De acordo com material divulgado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), nesta data, o Polo Industrial de Manaus (PIM) atingiu a marca dos R$ 97,13 bilhões de faturamento, no acumulado de janeiro a junho de 2024, o que reflete crescimento de 12,27%, comparado ao mesmo período do ano passado, em que pese as indefinições e até eventuais prejuízos que possam atingir o modelo com a reforma tributária em trâmite no Legislativo federal.
Quando convertido em dólares, o faturamento atinge a marca de US$ 18.94 bilhões, com crescimento de 10,58%, quando comparado às vendas de US$ 17.12 bilhões, à mesma época de 2023.
Se a reforma tributária pode atingir de forma negativa o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM), tal percepção parece não ter chegado, ainda, aos investidores, os quais, conforme os números exibidos nos Indicadores do PIM, relativos ao mês de junho, mostram expansão de 3,77% no investimento produtivo, quando comparado aos valores de janeiro a junho de 2023 – US$ 9.86 bilhões – ante US$ 10.23 bilhões neste ano.
No entanto, alguns segmentos como o Mecânico, Produtos Alimentícios e, principalmente, o de Eletroeletrônicos, apresentam redução nos valores aplicados na ZFM. No subsetor Eletroeletrônicos, que em junho de 2023 registrava investimentos produtivos de US$ 3.018 bilhões, o montante ficou em US$ 3.002 bilhões em 2024, indicando baixa de 0,52%.
O indicador de expansão ou queda na produção do PIM, a aquisição de insumos, também é positivo e saiu de US$ 9.195 bilhões, em junho de 2023, para US$ 11.664 bilhões neste exercício, e mostra expansão próxima aos 27%, enquanto as exportações, que em 2023 foram de US$ 288 milhões, atingiram US$ 329 milhões neste ano, o que implica crescimento acima de 14%.
Manaus/AM – A poluição na cidade cresceu de três a quatro vezes em 24 horas, conforme leitura do site AppSelva, que faz a medição na Amazônia.
No início da manhã do dia 3 de novembro, conforme o appSelva, o número de partículas na atmosfera da zona sul manauara, a mais afetada, era de 197 miligramas/metro cúbico (µg/m3), 148 µg/m3 na zona leste, enquanto na zona oeste era de 74.7 µg/m3. Não havia leitura na zona norte.
Na zona Norte, a fumaça encobre toda a área e reduz a visibilidade
Neste sábado, dia 4, a zona sul apresenta como maior nível 589 µg/m3. Na zona oeste, o maior nível é de 289.8 µg/m3, na zona leste vai a 561 µg/m3. Não há leitura na zona norte.
A boa notícia é que esses níveis, por volta das 8h, começaram a cair e na zona sul fica em 361 µg/m3, na leste, em 225µg/m3, mas na zona oeste subiu para 325 µg/m3, e a zona norte está sem leitura.
Pelo menos desde 28 de setembro Manaus tem ficado exposta à poluição pela fumaça, que se agrava com o passar dos dias, como em 11 de outubro, quando o maior nível no fim da tarde foi de 177 µg/m3, registrado na Cidade Nova.
A ausência de chuva tem concorrido para ampliar a poluição, uma vez que tem sido muita escassa a precipitação nos últimos dois meses.
Conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na quinta-feira, 14, na publicação Contas Nacionais, o Amazonas está entre os cinco estados que tiveram maior crescimento do produto interno bruto (PIB). Indústria cresceu 7,5% em 2017.
A variação positiva e acima da média do Brasil, se refere ao ano de 2017 em relação ao ano anterior, 2016. Conforme o ranking, o Amazonas ocupa a 5ª posição, com variação de 5,2% no volume de riquezas geradas no período, cujo valor atinge a cifra de R$ 93,20 bilhões.
A atividade industrial, alavancada pela Zona Franca de Manaus (ZFM), cresceu 7,5% no Amazonas. No período analisado, é o segundo maior crescimento entre os estados, ficando atrás, no País, apenas de Rondônia, onde a expansão desta atividade foi de 8,1%.
Enquanto a média de crescimento do País ficou em 3,1%, 18 unidades federativas apresentaram crescimento acima deste valor, entre as quais quatro acima da média do Amazonas: Mato Grosso; 12,1%; Piauí, 7,7%; Rondônia, 5,4% e Maranhão, 5,3%.
Outros nove estados tiveram queda em seus respectivos PIBs, com o Estado do Rio de Janeiro tendo a maior queda: -1,3% entre 2016 e 2017.
A taxa de desocupação (12,4%) no trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2019 subiu 0,9 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2018 (11,6%). Em relação ao trimestre móvel de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018 (12,6%), o quadro foi de estabilidade.
A população desocupada (13,1 milhões) cresceu 7,3% (mais 892 mil pessoas) frente ao trimestre de setembro a novembro de 2018 (12,2 milhões). No confronto com igual trimestre de 2018, manteve-se a estabilidade.
A população ocupada (92,1 milhões) caiu -1,1% (menos 1,062 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2018 e cresceu 1,1% (mais 1,036 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018.
A população fora da força de trabalho (65,7 milhões) é recorde da série histórica, com altas de 0,9% (mais 595 mil pessoas) frente ao trimestre de setembro a novembro de 2018 e de 1,2% (mais 754 mil pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2018.
A taxa de subutilização da força de trabalho (24,6%) no trimestre encerrado em fevereiro de 2019 subiu 0,8 p.p. em relação ao trimestre anterior (23,9%). No confronto com o mesmo trimestre móvel do ano anterior (24,2%), ela subiu 0,4 p.p.
A população subutilizada (27,9 milhões) é recorde da série histórica, com alta de 3,3% (mais 901 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2018 (27,0 milhões) e de 2,9% (mais 795 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018.
O número de pessoas desalentadas (4,9 milhões) é recorde da série histórica, ficando estável em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2018 e subindo 6,0% (mais 275 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre móvel do ano anterior.
O percentual de pessoas desalentadas (4,4%) manteve o recorde da série, ficando estável em relação ao trimestre anterior e subindo 0,2 p.p. contra o mesmo trimestre móvel de 2018 (4,2%).
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu para 61,9 pontos em março. A queda de 2,6 pontos ocorre depois da estabilidade registrada em fevereiro e de uma sequência de quatro aumentos consecutivos do indicador. Mesmo assim, o ICEI está 7,5 pontos acima da média histórica, informa a pesquisa divulgada nesta sexta-feira (22), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão acima dos 50 pontos mostram que os empresários estão otimistas. Norte mantém alta superior a 62 pontos.
A queda na confiança é resultado das avaliações menos otimistas sobre as condições atuais e em relação às expectativas para os próximos seis meses. “O empresário percebe que a atividade está mais fraca do que era esperado no fim de 2018. Além disso, o processo de aprovação das reformas para a reativação da economia está se mostrando mais complexo e demorado do que se supunha. Com isso, os efeitos das reformas sobre a atividade vão ficar mais para frente do que previsto anteriormente”, avalia o economista da CNI Marcelo Azevedo.
De acordo de a pesquisa, o índice de condições atuais caiu de 55,6 pontos em fevereiro para 53,6 pontos em março. “Como o índice mantém-se acima dos 50 pontos, revela que o empresário ainda percebe melhora nas condições correntes de negócios nos últimos meses. Essa avaliação, contudo, é menos favorável do que em fevereiro”, diz a pesquisa.
PERSPECTIVAS – O índice de expectativas recuou de 69 pontos para 66,1 pontos. Foi o segundo mês consecutivo de queda desse indicador, que continua acima da linha divisória dos 50 pontos, mostrando que os empresários mantêm o otimismo em relação ao desempenho da economia e das empresas nos próximos seis meses.
Entre fevereiro e março, a confiança diminuiu em todos os portes de empresas, segmentos industriais e regiões. Nas grandes e nas médias empresas, o ICEI caiu 2,5 pontos e nas pequenas, 2,8 pontos. Na indústria de transformação, o índice caiu 2,2 pontos, na extrativa, 6,6 pontos, e, na construção, 3,5 pontos.
Nas regiões, as maiores quedas foram verificadas no Nordeste, de 3,4 pontos em março frente a fevereiro, e no Sudeste, de 3,3 pontos na mesma comparação. Mas o ICEI continua acima dos 50 pontos em todo o país. É de 64,5 pontos no Sul, de 63,5 pontos no Norte, 62,7 pontos no Centro-Oeste, de 61 pontos no Sudeste e 59,3 pontos no Nordeste.
O ICEI é um indicador que antecipa tendências da economia. Empresários confiantes têm mais disposição para fazer investimentos, aumentar a produção e criar empregos. Isso é decisivo para o crescimento da economia.
Esta edição da pesquisa foi feita entre 1º e 19 de março, com 2.508 empresas. Dessas, 987 são pequenas, 932 são médias e 589 são de grande porte.
Fonte: CNI
O último ensaio de rua da escola de samba Reino Unido da Liberdade aconteceu na noite de domingo, 24, a partir da praça de Santa Luzia, aonde integrantes, foliões e simpatizantes da escola do Morro da Liberdade se concentraram a partir das 17h. Este foi o segundo ensaio, neste ano, em Santa Luzia. O primeiro aconteceu dia 20 de janeiro.
Foliões se divertiram no ensaio da Reino Unido da Liberdade
A Reino Unido da Liberdade colocou todas as suas alas na festa que foi o ensaio deste domingo. A escola do Morro, integrante do grupo especial, desfila no Sambódromo à 1h20 da madrugada de domingo, dia 3 de março.
Com o enredo “Tambores, Crença e Costumes Afro-Brasileiros – A Benção Mãe Zulmira”, a Reino Unido conta a história do negro no país e festeja os 30 anos de seu primeiro título no carnaval do Amazonas.
O ensaio da escola de samba Reino Unido da Liberdade, que aconteceu na noite de domingo, 17, manteve o clima de alegria do carnaval e teve a presença surpresa da ex-madrinha da escola do Morro da Liberdade, Erika Leão, que entrou no samba ainda na avenida Maués.
Com camiseta da Gigantes do Morro (GM), Erika Leão caiu no samba neste domingo
A concentração aconteceu naquela via da Cachoeirinha, de onde os integrantes e simpatizantes da Reino Unido seguiram até o terreiro de Mãe Zulmira, a nova sede da escola da zona Sul, onde o samba continuou pela noite de domingo.
A praça de Santa Luzia ficou pequena para receber os integrantes e simpatizantes da escola de samba Reino Unido da Liberdade que aconteceu no início da noite de domingo, 10, em cenário mais colorido pelo pôr-do-sol, que foi espetáculo à parte.
A escola de samba Reino Unido da Liberdade realizou, no domingo, 3, seu quinto ensaio técnico a partir da avenida Maués, no bairro Cachoeirinha, zona Sul, de onde os foliões, simpatizantes e membros da comunidade acompanharam o evento de rua até a nova sede da escola.
Ala Show das Furiosas, comissão de frente, baianas e demais componentes da escola da zona Sul fizeram a alegria do Morro da Liberdade com o ensaio, sob os acordes da bateria Furiosa.