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Arquivos da Tag: indústria

PIM deve bater recorde e faturar mais de R$ 200 bilhões em 2024

19 quinta-feira dez 2024

Posted by Eustáquio Libório in Notícia

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desempenho, indústria, PIB, PIM, suframa, zona franca

O Polo Industrial de Manaus (PIM) deve fechar 2024 com faturamento recorde de R$ 202,6 bilhões, com crescimento de 15,3% sobre 2023, após registrar altas acumuladas em setembro, de R$ 151 bilhões e, em outubro, quando somou nos 10 meses do ano R$ 170 bilhões. Em dólar, o faturamento deverá atingir cerca de US$ 37,715 bilhões, com aumento de 6,98%. Já o emprego deve superar os 123 mil postos de média mensal. O balanço é do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antonio Silva, ao destacar os avanços do setor produtivo local.


“Em 2024, o Amazonas e a Zona Franca de Manaus (ZFM) registraram bom desempenho econômico, em que pese todos os problemas de intempéries climáticas que, de uma forma ou outra, prejudicaram nosso crescimento, mesmo com as medidas preventivas para evitar o colapso no abastecimento”, disse o dirigente, ao se referir, por exemplo, às ações de dragagem e de um terminal portuário de cargas temporário instalado em Itacoatiara, entre outras medidas.
“A cada fim de ano fazemos reflexões sobre as dificuldades enfrentadas e os desafios vencidos e neste ano tentaremos fazer uma rápida retrospectiva. Entre os principais problemas enfrentados, a nova vazante recorde nos atingiu e do lado positivo, o bom desempenho do PIM e a aprovação da reforma tributária preservando as garantias do modelo Zona Franca e da economia do Estado”, pontuou o presidente da entidade.
O dirigente citou, ainda, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Amazonas, que no segundo trimestre deste ano cresceu nominalmente 6,40% e, se comparado ao primeiro e descontada a inflação, teve crescimento real de 5,29%. Antonio Silva avaliou ainda que, comparando com o mesmo período de 2023, o crescimento nominal foi de 7,79% e o real de 3,42%, que deverá ficar acima do resultado nacional do volume de riquezas geradas em todos os setores da atividade econômica do Amazonas.
Sobre o volume do emprego, o presidente da Fieam também destacou o avanço nas contratações. “Acreditamos que o PIM apresente crescimento de 7,77% da mão de obra em 2024, em comparação com 2023, atingindo 123.549 empregos de média mensal.
Já as exportações deverão ter desempenho positivo, crescendo 29,41%, calculado em real, equivalente a
R$ 3,522 bilhões, e 19,93%, calculado em dólar, projetou Silva.
Sobre a conjuntura nacional, o dirigente apontou que o Ministério da Fazenda aumentou a previsão de crescimento do PIB brasileiro de 3,2% para 3,3% em 2024, baseando-se na alta de 0,9% no terceiro trimestre.

Zona Franca: Empresas incentivadas recolhem perto de R$ 1,5 bilhão em ICMS

07 quinta-feira nov 2024

Posted by Eustáquio Libório in Notícia

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Amazonas, economia, indústria, Manaus, suframa, zona franca

Manaus/AM – Nos primeiros oito meses de 2024, as indústrias incentivadas em operação no Polo Industrial de Manaus (PIM) recolheram aos cofres públicos como Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) o montante de R$ 1,48 bilhão, o equivalente a US$ 281.87 milhões, de acordo com informações divulgadas pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

Veja a contribuição dos cinco maiores setores neste ano

Em dólares, o valor é equivalente a 11,75% da importância devida de US$ 2.398 bilhões. Com a aplicação dos incentivos fiscais administrados pela Suframa, as indústrias da Zona Franca de Manaus obtiveram, no período analisado, a restituição de US$ 2.12 bilhões, o equivalente, em moeda nacional, a R$ 11,21 bilhões.

Os cinco setores com maiores contribuições de ICMS no período, recolheram o valor de US$ 223.4 milhões, ou 79,26% do total da arrecadação efetivada pelas empresas do PIM até o mês de agosto deste ano.

A maior contribuição foi bancada pelo segmento de Duas Rodas, no valor US$ 74.40 milhões. O setor é o 3° colocado no ranking de faturamento do PIM, com vendas no valor de US$ 4.64 bilhões. Na sequência vem o setor Mecânico, que recolheu US$ 53.15 milhões, e é o 5° colocado em faturamento, com vendas no montante de US$ 2.10 bilhões.

Bens de Informática, com vendas de US$ 5.78 bilhões e líder do ranking de faturamento, em conjunto com Eletroeletrônicos, com vendas de 4.52 bilhões e que ocupa o 2º lugar, recolheram em conjunto, sob a rubrica de ICMS, o valor de US$ 48.75 milhões.

Esses três segmentos recolheram US$ 176.32 milhões, o equivalente a 62,55% do total dos valores devidos como ICMS entre janeiro e agosto deste ano.

Vendas do segmento mecânico do polo de Manaus crescem mais de 80%

18 sexta-feira out 2024

Posted by Eustáquio Libório in Notícia, Textos & Economia

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Amazonas, economia, faturamento, indústria, Manaus, zona franca

Os dez maiores setores industriais do polo incentivado de Manaus, responsáveis pelo faturamento de US$ 21.21 bilhões, do total de US$ 21.95 bilhões acumulados até julho, mantêm a tendência de crescimento de suas vendas nos últimos cinco anos, conforme informações referentes ao período de janeiro a julho de 2024, divulgadas pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

Vale destaque para o segmento mecânico, que ocupa a 6ª posição, o qual expandiu suas vendas neste ano em 80,46%, passando do faturamento de US$ 988 milhões, em 2023 – quando cresceu 10,36%, para US$ 1.78 bilhão, no período sob análise.

Os cinco maiores subsetores são responsáveis por 78,37% das vendas, com faturamento de US$ 17.20 bilhões no acumulado do período mencionado acima. Somados àqueles que detêm da 6ª à 10ª posições, as vendas conjuntas acumuladas representam 96,64% do total de US$ 21.95 bilhões.

Com 18,27% do faturamento total do Polo Industrial de Manaus em 2024, os subsetores que ocupam da 6ª à 10ª posições, faturaram US$ 4.00 bilhões. Assim, aos demais 14 subsetores coube o faturamento de US$ 739 milhões, valor que representa 3,36% das vendas do PIM.

Indústrias incentivadas de Manaus têm expansão em postos de trabalho

16 quarta-feira out 2024

Posted by Eustáquio Libório in Notícia, Textos & Economia

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economia, indústria, Manaus, suframa, zona franca

Os últimos dados sobre o desempenho do Polo Industrial de Manaus (PIM) divulgados pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), referentes ao mês de julho, indicam, além da evolução no faturamento, que cresceu 9,70%, quando aferido em dólar, na comparação entre julho de 2023 e o mesmo mês deste ano, atingiu US$ 21.95 bilhões, também outros fatores positivos.

O quesito mão de obra, quando analisado pela média, espelha dados positivos, como salários, encargos e benefícios (SEB), cujos gastos em julho do ano passado registravam US$ 147 milhões, enquanto em 2024 chegaram a US$ 151 milhões, crescendo 3,09% no período. A média quantitativa da mão de obra alocada no polo de Manaus passou de 97.569 postos, em 2023, para 101.513 em julho deste ano. Desta forma, o número de novos postos gerados pelas indústrias que operam na Zona Franca de Manaus fica perto de 4 mil ao atingir o acumulado médio de 3.944.

Indicadores como a aquisição de insumos (maior 26,29%), e a importação de insumos (crescimento de 24,63%), que demonstram aquecimento na atividade industrial do PIM, passaram de US$ 10.69 bilhões para US$ 13.50 bilhões, o primeiro; e US$ 6.85 bilhões para US$ 8.54 bilhões, o segundo.

No que diz respeito aos investimentos produtivos do PIM, este indicador cresceu quase 2% entre os períodos comparados, passando de US$ 9.87 bilhões, para US$ 10.06 bilhões, com expansão de 1,96%. Entre os três maiores subsetores, apenas eletroeletrônicos – incluindo bens de informática – apresenta ligeira queda, ao passar de US$ 3.03 bilhões para 3.00 bilhões, com baixa de 0,71%. Termoplásticos, que mantém investimentos de US$ 2.02 bilhões, cresceu 3,64%, enquanto o setor químico se destaca pelo crescimento de 7,73%, ao chegar a US$ 1.64 bilhão, contra US$ 1.53 bilhão em julho do ano anterior.

Número empregos tem expansão no Polo Industrial de Manaus

14 quarta-feira ago 2024

Posted by Eustáquio Libório in Notícia, Textos & Economia

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Amazonas, economia, indústria, Manaus, mãodeobra, PIM, suframa, zona franca

Manaus/AM –  O Polo Industrial de Manaus (PIM), cujo faturamento se mantém com tendência de crescimento, compartilha esta indicação com a mão de obra ali empregada, cujo contingente apresenta expansão desde o exercício de 2020. Entre aquele ano e junho de 2024, a média mensal da mão de obra passou de 94.756 postos para 118.796, o que implica em uma variação positiva de 25,37%

Nos anos intermediários, os números de vagas efetivas alocadas no polo industrial foram os seguintes: 2021, 105.972; 2022, 111.279 e 2023, 113.253.

Acima, média de vagas mantidas pelas dez principais geradoras de postos no PIM

Ainda em relação a junho de 2024, os registros da Suframa apontam que os dez setores que mais empregaram foram responsáveis por 105.181 postos de trabalho, os quais correspondem a 88,54% do total do contingente.

Um outro indicador positivo relacionado à mão de obra é o saldo na movimentação de vagas, que teve seu ápice entre os anos de 2020 e 2024, no exercício de 2021, com a geração de 7.405 novos postos de trabalho. Neste ano, até o mês de junho, o saldo é de 4.288 vagas, informam os Indicadores da Suframa.

É de se registrar, também, a expansão do número de empresas que se instalaram no PIM, passando de 445, no exercício de 2020, para as atuais 531 indústrias em operação.

Clique e acompanhe:

ZFM: Resultados positivos, mas investimentos caem em Eletroeletrônicos

Indústria cresce 7,5% e puxa PIB do Amazonas

15 sexta-feira nov 2019

Posted by Eustáquio Libório in Notícia

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Amazonas, contas nacionais, IBGE, indústria, PIB, produto interno bruto, zona franca

Conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na quinta-feira, 14, na publicação Contas Nacionais, o Amazonas está entre os cinco estados que tiveram maior crescimento do produto interno bruto (PIB). Indústria cresceu 7,5% em 2017.

A variação positiva e acima da média do Brasil, se refere ao ano de 2017 em relação ao ano anterior, 2016. Conforme o ranking, o Amazonas ocupa a 5ª posição, com variação de 5,2% no volume de riquezas geradas no período, cujo valor atinge a cifra de R$ 93,20 bilhões.

A atividade industrial, alavancada pela Zona Franca de Manaus (ZFM), cresceu 7,5% no Amazonas. No período analisado, é o segundo maior crescimento entre os estados, ficando atrás, no País, apenas de Rondônia, onde a expansão desta atividade foi de 8,1%.

Enquanto a média de crescimento do País ficou em 3,1%, 18 unidades federativas apresentaram crescimento acima deste valor, entre as quais quatro acima da média do Amazonas: Mato Grosso; 12,1%; Piauí, 7,7%; Rondônia, 5,4% e Maranhão, 5,3%.

Outros nove estados tiveram queda em seus respectivos PIBs, com o Estado do Rio de Janeiro tendo a maior queda: -1,3% entre 2016 e 2017.

Em marcha lenta e desacelerando

13 segunda-feira maio 2019

Posted by Eustáquio Libório in Artigo

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Amazonas, IBGE, indústria, Manaus, Pauo Guedes, PIB, PIM, queda, zona franca

Foto: Divulgação/Agecom

O produto interno bruto (PIB), que indica a riqueza gerada em um país ou Estado, tem dado indicações de que a economia tem perdido força ao longo desta quase metade do ano de 2019, e as instâncias onde isto tem acontecido abrange desde o próprio governo federal até o Fundo Monetário Internacional (FMI).

É esperado, que no dia 22, por exemplo, o relatório bimestral sobre o desempenho da economia brasileira a ser divulgado naquele data, reduza a expectativa do PIB para 2019. Até agora, o governo federal trabalha com a previsão de que a economia cresça 2,2%, mas esse valor deve cair para 1,5%, dizem os analistas.

A pesquisa semanal Focus, do Banco Central, também já vem reduzindo as estimativas de crescimento da economia para este exercício. Por ali, se há quatro semanas a expectativa era de que a economia brasileira crescesse 1,95%, caiu para 1,49% e, nesta semana, está mais baixa ainda: é de 1,45%.

Se as estimativas do PIB não conseguem resistir às tendências do mercado, ou mesmo às inseguranças, contradições e trocas de mensagens contraditórias entre membros do alto escalão do governo federal, as estatísticas vêm corroborar essa realidade: a economia está em marcha lenta e desacelerando.

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) sobre o mês de março, divulgada na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também reflete essas perdas de produção na indústria com o agravante de atingir a maior economia do País.

Por ali, o Estado do Pará apresentou queda de produção na indústria de 11,3%, em março. São Paulo reduziu 1,3% no mesmo período, outros três estados, assim como a região Nordeste, tiveram redução na produção industrial superior a 5%, enquanto mais três estados, incluindo o Amazonas, também tiveram desempenho negativo.

A média nacional de redução na indústria, conforme o IBGE, ficou em -1,3%, no período entre março de 2019 e fevereiro de 2019. Neste comparativo se poderia dizer que o Amazonas até que teve um desempenho razoável ao baixar “apenas” 0,5%, conforme o estudo do IBGE.

O problema, no entanto, é que, em todos os outros três comparativos, a indústria da Zona Franca de Manaus, que constitui a maior parte do PIB do Estado, apresenta desempenho negativo, sendo o citado aquele que está menos ruim.

Assim, no comparativo entre março de 2019 com o mesmo mês de 2018, a perda na produção da indústria da ZFM chega a 10,8%; no acumulado do primeiro trimestre, cai pela metade, é de 5,1%, enquanto nos 12 meses o IBGE diz que a produção da indústria caiu 2,1%.

É evidente que tal desaceleração não se deve somente a fatores que envolvem o panorama político-econômico brasileiro, pesam aí, também, fatores e indecisões regionais e, principalmente, a ausência de ações que fortaleçam a Zona Franca de Manaus (ZFM).

Exemplo de tais fatores e indecisões é o fato de que, apesar de o calendário já avançar para meados de maio, até esta data a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) não realizou nenhuma reunião do Conselho de Administração (CAS), até por uma razão óbvia, e esta sim, influenciada por fator exógeno: o comando da Suframa só há pouco foi nomeado pelo governo federal.

Se a autarquia que tem como principal objetivo dar um norte à produção da indústria local, por meio dos incentivos que administra, está sob ataque cerrado do próprio governo federal, fica difícil – quase impossível – trazer novos investimentos para Manaus. Pior: quem já está instalado começa a pensar em outras possibilidades e até em transferir investimentos para outras regiões.

De repente, começa a tomar forma o fantasma anunciado por Paulo Guedes, de detonar a Zona Franca de Manaus. Se medidas efetivas não forem tomadas pelas lideranças do segmento industrial, parlamentares, Executivo e pela própria sociedade, a inércia do momento atual pode ser o início do fim, conforme já anunciou o ministro da Economia.

Otimismo cauteloso

19 terça-feira mar 2019

Posted by Eustáquio Libório in Artigo

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confiança, indústria, investimentos, previdência, reformas

Os bancos só podem existir enquanto tiverem a confiança de seus clientes. Na economia, pode-se afirmar que o aquecimento ou desaquecimento da atividade econômicos depende, em grau elevado, das expectativas, assim como da confiança de que determinado país tem situação jurídica, fiscal, entre outras, a proporcionar segurança ao investidor.

No Brasil, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), a confiança se mantém no patamar de 64,5 pontos, conforme divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apesar de, na passagem de janeiro para fevereiro deste ano, ter caído 0,2 pontos. Na série histórica, o nível atual se mantém acima do pico ocorrido em outubro de 2013, quando atingiu 58,1, e de fevereiro de 2018, quando chegou a 58,8 pontos.

No Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), valores acima de 50 pontos indicam confiança dos investidores. A conclusão que se pode ter a partir desses dados é de que o segmento industrial mantém a confiança no país, e nos negócios, em curva ascendente.

Na semana passada, o governo federal efetivou o leilão de concessão de uma dezena de aeroportos. A estimativa era de arrecadar cerca de 220 milhões de reais, qual não foi a surpresa das autoridades do setor aeroportuário com o valor efetivamente oferecido pelas organizações para obter a concessão, que ultrapassou em mais de dez vezes o montante estimado pelo governo e atingiu 2,37 bilhões de reais.

Em 2018, um ano no qual as expectativas iniciais mais otimistas se viram frustradas, as multinacionais enviaram às suas filiais com operações no Brasil, por meio de empréstimos, cerca de 32 bilhões de dólares, algo próximo de 123 bilhões de reais, dos quais dois terços direcionados à indústria. Os recursos, em sua maior parte, devem bancar operações já existentes e as sobras, caso existam, ainda podem obter ganhos com operações financeiras no país.

No que diz respeito a investimentos, o indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) informa que 2019 começou bem, tanto que, em janeiro, em relação ao mês de dezembro de 2018, houve alta de 1,3%, com ênfase para importação de máquinas e equipamentos destinados ao segmento de petróleo. Segundo o Ipea, esse desempenho dá um corte nos dois meses consecutivos anteriores, nos quais o indicador acumulou perdas de 3,3%. Na comparação com igual mês de 2018, a expansão é positiva em 5,8% sobre janeiro do ano passado.

Cabe ainda o registro de que, nesta segunda-feira, 18 de fevereiro, a B3/Bovespa atingiu o nível histórico de 100 mil pontos sem que os analistas acreditem que os papéis ali negociados tenham atingido seu teto, isto é, que os preços das ações já teriam atingido o maior preço.

As informações acima não podem ter outro rótulo que não o de otimismo, cauteloso é bem verdade, mas não dá para interpretar de outra maneira, embora segmentos políticos vejam outros espectros a fazer visagem pela economia brasileira. Faz parte do jogo, desde que os jogadores sigam as regras.

Se há otimismo no país, então há mais motivos para que se façam a reformas das quais tanto o Brasil necessita, entre as quais, vale sempre enfatizar, a da Previdência, sem descartar o desmonte do cipoal legislativo sobre tributos que torna a vida empresarial mais cara, trabalhosa e, mesmo assim, a arrecadação dos tributos, ou o desempenho de quem governa, não permite que o contribuinte tenha a contrapartida pela qual é obrigado a pagar.

Fatores ligados à mão de obra têm baixa no PIM

06 quinta-feira dez 2018

Posted by Eustáquio Libório in Notícia

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Amazonas, indústria, indicadores, mão de obra, zona franca

As indústrias da Zona Franca de Manaus (ZFM) ampliaram as importações, assim como a aquisição de insumos, de forma geral, no acumulado até o mês de setembro, de acordo com a última edição dos Indicadores de Desempenho do Polo Industrial de Manaus (PIM). As exportações cresceram 3,93%.

No que diz respeito aos indicadores ligados à mão de obra, o valor médio mensal de salários, encargos e benefícios (SEB) caiu 6,31% no comparativo de setembro de 2017 e o nono mês deste ano. Com isso foi reduzida a participação per capita dos trabalhadores do PIM na SEB, de 1,715.69 dólares, em 2017, para 1,615.60 dólares, equivalente à baixa de 5,83% no período, apesar da redução da mão de obra em 0,50% no período.

As importações cresceram 27,9%, passando de 5.45 bilhões de dólares, para 6.98 bilhões de dólares no comparativo entre o mês de setembro de 2017 e o mesmo mês deste ano. No mesmo período, a aquisição de insumos teve expansão de 32,3%, quando passou de 8.65 bilhões de dólares, para 11.46 bilhões de dólares. Já o faturamento teve expansão de 1,24%, medido na moeda norte-americana.

No que diz respeito aos investimentos, na média, as indústrias baixaram suas aplicações na ZFM em 1,58% no período analisado, com a agravante de que os três principais segmentos também reduziram suas posições. Assim, o setor de eletroeletrônicos teve baixa de 0,66%, termoplásticos caiu 1,21%, enquanto o setor de duas rodas foi aquele com baixa mais acentuada, passando dos 8% no período analisado.

Vou tirar seu nome do SPC

15 quarta-feira ago 2018

Posted by Eustáquio Libório in Artigo

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Amazonas, indústria, produção, ZFM

industriaManaus-350x300

Os números sobre o desempenho do segmento industrial no Brasil, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na semana passada, apontam para um crescimento da produção do setor na faixa de 13%, que seria a média para o país, aferida na passagem de maio para junho deste ano.

Esse crescimento, exatos 13,1%, segundo o IBGE, coloca o desempenho do Polo Industrial de Manaus (PIM) como o patinho feio entre 13 estados que, entre maio a junho, tiveram crescimento na produção industrial. O Amazonas, com -1,1%, e o Espírito Santo, -2,0% destoaram desses estados.

Apesar da baixa no mês de junho, o PIM deve continuar a ampliar sua produção, até pela proximidade das festas de fim de ano.

O quadro estatístico montado pelo IBGE, entretanto, faz quatro comparativos que englobam os dados de um mês com o anterior, o mesmo mês com o do ano anterior, o acumulado do ano e o acumulado de 12 meses. No caso do Amazonas, apenas a relação de junho, período ao qual a pesquisa se refere, com maio, apresenta queda na produção.

Na comparação com junho de 2017, as indústrias que operam em Manaus apresentam crescimento de produção de 4,2%, entre janeiro e junho deste exercício, a produção do Distrito Industrial da Zona Franca de Manaus acumula expansão de 15,6% e é a única com dois dígitos entre os 15 estados pesquisados. No comparativo do acumulado de 12 meses, quando a produção do PIM cresceu 10,8%, conforme o IBGE, vale o que foi dito para este ano: é o maior entre os estados e o único com dois dígitos.

A média de desempenho da produção industrial brasileira de junho, aferida pelo IBGE, conforme registramos, é de 13,1%, mas no comparativo com o mesmo mês de 2017, cai para 3,5%, no acumulado deste ano, até junho, é de 2,3%, enquanto em 12 meses a produção cresceu, no Brasil, 3,2%.

Ressalte-se, porém, que o IBGE indica desempenhos superiores a 10%, em junho comparado com maio deste ano, para oito estados, além da região Nordeste, com pico de 28,4% no Paraná. Observe-se que esses estados foram atingidos, em tempo real, pela crise dos caminhoneiros, deflagrada em maio, logo sua base comparativa ficou reduzida em relação a junho.

A logística diferenciada do Amazonas, um dos fatores que deram origem à Zona Franca de Manaus, deve ter interferido, retardando aqueles efeitos da greve em relação às indústrias com sede em Manaus. Assim, pode-se dizer que, apesar da baixa no mês de junho, o PIM deve continuar a ampliar sua produção, principalmente se considerarmos a proximidade das festas de fim de ano.

Saindo um pouco da economia para registrar que os ataques direcionados à Zona Franca de Manaus devem se ampliar na campanha eleitoral que se aproxima e se inicia, no rádio e TV, em 31 de agosto, como já ficou demonstrado pelo que dizem alguns candidatos que, de maneira geral, criticam os incentivos fiscais à ZFM sem procurar saber a natureza e como é feita sua aplicação pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

Para esses candidatos, que citaremos em um próximo texto, não há diferença entre o programa que dá incentivos à indústria automobilística, talvez a mais rica e menos necessitada do país, e aqueles vinculados às agências de desenvolvimento regional com Sudam, Sudene e a própria Suframa. Dos candidatos que aí estão, de novo só há o discurso tentando mostrar sua inocência quanto àquelas práticas que a Lava Jato anda investigando há anos, a menos que consideremos a promessa daquele candidato que alega ser capaz, se eleito presidente do Brasil, de limpar o nome de 63 milhões de CPFs negativados. Melhor ouvir o samba do Zeca Pagodinho, intitulado “SPC”.

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